Pesquisadores americanos registraram a quebra de um imenso bloco de gelo na geleira Jakobshavn Isbrae, na Groenlândia. A fronteira onde a camada de gelo encontra o oceano recuou cerca de 1.500 metros em apenas um dia.
Ian Howat, da Universidade Estadual de Ohio, e Paul Morin, da Universidade de Minnesota têm observado imagens de satélite da Groenlândia a fim de detectar mudanças. Embora o desprendimento de blocos não seja incomum, disse Howat, a detecção de uma mudança tão grande em tão poucas horas nesse nível de detalhe é um fenômeno novo.
Os pesquisadores usaram imagem de vários satélites (Landsat, Terra e Aqua).
A geleira Jakobshavn situa-se na costa oeste da Groenlândia e recuou mais de 45 quilômetros nos últimos 160 anos, 10 quilômetros apenas na última década.
Cerca de 10% de todo o gelo perdido na Groenlândia é oriundo de Jakobshavn. Cientistas acreditam que a geleira é a maior responsável pelo aumento do nível do mar no hemisfério norte. (Fonte: Folha.com)
O imenso bloco de gelo de mais de 250 km² que se desprendeu de uma geleira ártica não representa um perigo imediato para a navegação ou a exploração petroleira no Canadá, indicou nesta quarta-feira (11) à AFP a meteorologista canadense que o descobriu em fotos de satélite.
Apesar de poder ameaçar barcos ou plataformas petroleiras e, inclusive, quebrar-se como está previsto em vários grandes pedaços, o perigo não é iminente: a ilha flutuante deverá demorar entre um e dois anos para alcançar o litoral do Canadá, segundo Trudy Wohlleben, que descobriu o bloco de gelo na semana passada.
Até lá, há grandes possibilidades de que as águas mais quentes e as ondas maiores das tempestades do oceano Atlântico o dividam em vários pedaços.
O iceberg, de um tamanho quatro vezes superior à superfície da ilha de Manhattan, se desprendeu da geleira Petermann, no noroeste da Groenlândia.
É o maior iceberg a se formar no Ártico desde 1962. Milhares de icebergs se formam na Groenlândia todos os anos, mas eles raramente são tão grandes.
Os primeiros seis meses de 2010 foram os mais quentes no planeta desde que começaram os registros das temperaturas, em 1850. (Fonte: Folha.com)
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